quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O Espiritismo e as Religiões

Grupo Espírita Bezerra de Menezes
Só o Espiritismo salva?

Não é o Espiritismo ou qualquer outra religião que salva. O que faz o Espírito se salvar (tomar consciência da Verdade) é seu esforço em praticar boas ações, instruir-se para vencer suas más inclinações, adquirir sabedoria e fazer todo o bem possível ao seu próximo. O que salva é a doutrina de Jesus, entidade responsável pelo planeta, que esteve no plano físico para revelar a Lei na sua maior clareza. Todo aquele que a compreende e a vivencia em espírito e verdade, entrará no Reino de Deus, ou seja, no mundo do entendimento da realidade.

CUBA, O segundo país mais espírita do mundo

Cláudia Santos
Aproximadamente 50 representantes de sete países, além de 200 cubanos, estiveram reunidos, de 23 a 26 de abril, no Hotel Habana Riviera, em Havana, para a realização do II Taller Espírita de Cuba, simpósio promovido pela Sociedad Amor y Caridad Universal de Havana, dirigida por Antonio Agramonte. Com o tema A Paz Mundial Nasce no Espírito do Bem, a segunda edição do evento – a primeira aconteceu há quatro anos – teve o auxílio do Conselho Espírita Internacional, através do seu núcleo, ligado à América Central e ao Caribe, e o apoio do governo cubano, inclusive para hospedagem de alguns dos participantes internacionais. Durante o evento foi fundada a Associação Médico-Espírita de Cuba (AME-Cuba), agora a maior em número de militantes, ligada à AME-Internacional.
Participaram do simpósio, como palestrantes, Nestor Masotti, secretário-geral do Conselho Espírita Internacional (CEI) e presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB); Charles Kempf, representante da França e do CEI Europa; e Divaldo Pereira Franco, orador da solenidade de abertura e encerramento. Além deles, os principais responsáveis pela realização do evento, em virtude dos elos que mantêm há vários anos com as lideranças do Movimento Espírita e as autoridades de Cuba: Edwin Bravo, da Guatemala, representante do CEI para Centro-América e Caribe; e Manuel de la Cruz, cubano residente em Miami e presidente do Centro Espírita José de la Luz. O evento contou ainda com a presença de espíritas da Guatemala, EUA, El Salvador, Honduras, México, Porto Rico, Colômbia, Panamá e França, além dos médicos oradores brasileiros Claudio Campos Borges e Sergio Thiesen, e o engenheiro Ney Prieto Peres.
Na solenidade inaugural, o Governo de Cuba esteve representado pela ministra das Religiões, Caridad Diego Bello, e suas assessoras Eloisa Valdes e Sonia Garcia, que acompanharam, com interesse, a palestra de Divaldo Franco. Ao final, a própria ministra saudou a todos de forma cordial, apresentando dados surpreendentes sobre o ressurgimento do Espiritismo em Cuba.
Marlene Nobre, a presidente das Associações Médico-Espíritas do Brasil e Internacional, que também esteve presente como palestrante das entidades citadas, conta, abaixo, um pouco do que viu e sentiu.
Folha Espírita – O primeiro Taller aconteceu em Cuba há quatro anos. O que aquele, como este, refletem?
Marlene Nobre – Sem dúvida, os dois eventos espelham a grande abertura do país para o renascimento das religiões.

FE – Por que o Governo de Cuba apoiou um evento como este?
Marlene – Pela mesma razão que o levou a legalizar as religiões, quer dizer, através de eventos como este, ele pode acompanhar o ressurgimento delas e o rumo que estão tomando, inclusive, o linguajar que empregam nas trocas de experiências com outros países.

FE – Qual sua percepção sobre o país com o afastamento de seu líder, Fidel Castro?
Marlene – Não pude ter uma visão de conjunto do país, no que se refere ao movimento político, sobretudo, porque não nos movia esse tipo de interesse, mas, sim, o religioso. Soubemos, através das autoridades cubanas, que saúde e educação são bens usufruídos, gratuitamente, pela população. Pudemos notar que o povo cubano aprendeu a obedecer e tem cultivado um nacionalismo contagiante. Mas, sem dúvida, para que o povo possa usufruir mais amplamente das riquezas do país, faz-se necessário um desenvolvimento econômico maior, com mais amplitude e diversificação de trabalho. Não tive como comparar, mas constata-se que houve abertura no país com o afastamento de Fidel.

FE – E com relação ao Espiritismo localmente?
Marlene – A mudança em relação ao Espiritismo ocorreu antes da retirada de Fidel Castro do poder e tem se acentuado com o tempo. Na verdade, o ressurgimento do Espiritismo em Cuba é algo extraordinário. Na solenidade de abertura do II Taller, tivemos informações transmitidas diretamente pela ministra das Religiões, Caridad Diego Bello, de que há 400 centros espíritas em Cuba, já legalizados, e 200 em vias de legalização. Como vemos, a abertura religiosa é agora tutelada pelo governo, que tem dado todo o acompanhamento para que essa legalização se processe. E ela tem sido efetiva e irreversível. Com isso, pudemos constatar a presença de irmãos de outras cidades cubanas que tiveram passe livre para viajar a Havana e participar do evento.
FE – Esses centros são todos realmente espíritas?
Marlene
 – A ministra Caridad explicou que estão sendo legalizados centros espíritas de três modalidades: os de “cordão”, cujos participantes fazem as sessões de mãos dadas; os “trincadistas”, que não consideram Espiritismo religião; e os que seguem os ensinamentos de José de la Luz e Allan Kardec. Assim, com espanto, constatamos que Cuba é o 2º país mais espírita do mundo. E as contas não são difíceis de serem feitas: se dos 600 centros espíritas, somente 100 ou mesmo 70 forem realmente kardecistas, já aí teremos um número muito grande em relação aos demais países.
FE – Quem foi José de la Luz?
Marlene – Não sei praticamente nada da obra de José de la Luz, porque não li, não a tenho disponível. Antonio Agramonte disse algumas palavras sobre isso, afirmando que José de la Luz foi o guia espiritual do médium Cláudio Agramonte, um dos pioneiros do Espiritismo em Cuba, e que deixou diversas obras psicografadas. Os que conhecem essas obras afirmam que se trata dos mesmos ensinamentos espíritas.

FE – Cuba tem algo especial em relação ao Espiritismo?
Marlene – Como eu disse, sua legalização permitiu o ressurgimento de um movimento que sempre foi muito rico desde o século XIX e que continuará a dar bons frutos.

FE – Editoras brasileiras estiveram presentes no evento?
Marlene – A Folha Espírita Editora compareceu com duas obras: El Clamor de la Vida e El Alma de la Materia, ambos de minha autoria. Ao todo, foram cerca de 100 livros, vendidos a preço simbólico, e que desapareceram tão rapidamente quanto foram colocados à venda. O dr. Claudio Campos Borges, de Ceres, Goiás, levou livros da Editora Auta de Souza com ensinamentos básicos de Kardec. Creio que foram as duas editoras presentes. Não houve mais, creio eu, porque os irmãos brasileiros ficaram na dúvida se poderiam levar ou não.

FE – Os cubanos estão sedentos por literatura espírita?
Marlene – Sim e, por sugestão da ministra Caridad, será possível ao Movimento Espírita enviar a Cuba um contêiner de livros, o que satisfará, de alguma maneira, a sede dos irmãos cubanos por instruções espíritas. Sem dúvida, auxiliará a legalização de mais centros espíritas, segundo os verdadeiros moldes, quer dizer, segundo Allan Kardec. A ministra não limitou o número de livros, nem deu preferência para algum em particular. Os livros de todas as editoras espíritas são bem-vindos. E a abertura é para todas as religiões. Cada uma delas tem o acompanhamento de assessores da ministra e é monitorada.
 FE – Com relação à AME-Cuba, ela traz algo de diferente das demais internacionais?Marlene – Em 25 de abril fundamos a AME-Cuba, como núcleo da AME-Internacional, tendo à frente o colega dr. Servando Agramonte. São cinco os membros da diretoria, todos médicos, eleitos na ocasião. Além deles, mais colegas estiveram presentes à reunião de fundação, o que nos deixou verdadeiramente surpresos, porque já faz da AME-Cuba um membro efetivo, com o maior número de militantes.

FE – Aconteceu algo em Cuba que a senhora gostaria de compartilhar com os leitores da FE?
Marlene – Creio que tudo quanto aconteceu em Cuba foi inesperado e alentador. Teatro, canto e um coral cubano marcaram a solenidade final, que teve também a conferência sempre brilhante de Divaldo Franco. Foi bem sugestivo o fato de termos terminado o evento na Igreja Episcopal de Cuba – templo católico anglicano – que nos abriu as portas para a confraternização. Toda a solenidade foi montada com liberdade e levada a efeito pelos espíritas do II Taller. Isso já nos dá o tom do movimento religioso que está se consolidando em Cuba. Sem dúvida, um belo convite para praticarmos o ecumenismo aqui mesmo, em nosso próprio país.

“Constatei, emocionada, que os irmãos cubanos têm grande avidez por livros espíritas. O anseio por leitura realmente é muito grande”.

“Por toda a atenção e deferência que recebemos do Governo de Cuba, elevamos, após a nossa palestra no evento, uma prece de agradecimento a Deus, em benefício da saúde do irmão Fidel Castro”.

domingo, 28 de outubro de 2012

ALEGRIA CRISTÃ


CAMINHO, VERDADE E VIDA

“Mas a vossa tristeza se converterá em alegria.” – Jesus. (João, 13:20).

          Nas horas que precedem a agonia da cruz, os discípulos não conseguiam disfarçar a dor, o desapontamento. Estavam tristes. Como pessoas humanas, não entendiam outras vitórias que não fossem as da Terra. Mas Jesus, com vigorosa serenidade, exortava-os: “Na verdade, na verdade, vos digo que vós chorareis e vos lamentareis; o mundo se alegrará e vós estareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria.
          Através de séculos, viu-se no Evangelho um conjunto de notícias dolorosas – um Salvador abnegado e puro conduzido ao madeiro destinado aos infames, discípulos debandados, perseguições sem conta, martírios e lágrimas para todos os seguidores...
          No entanto, essa pesada bagagem de sofrimentos constitui os alicerces de uma vida superior, repleta de paz e alegria. Essas dores representam auxílio de Deus à terra estéril dos corações humanos. Chegam como adubo divino aos sentimentos das criaturas terrestres, para que de pântanos desprezados nasçam lírios de esperança.
          Os inquietos salvadores da política e da ciência, na Crosta Planetária, receitam repouso e prazer a fim de que o espírito chore depois, por tempo indeterminado, atirado aos desvãos sombrios da consciência ferida pelas atitudes criminosas. Cristo, porém, evidenciando suprema sabedoria, ensinou a ordem natural para a aquisição das alegrias eternas, demonstrando que fornecer caprichos satisfeitos, sem advertência e medida, às criaturas do mundo, no presente estado evolutivo, é depor substâncias perigosas em mãos infantis. Por esse motivo, reservou trabalhos e sacrifícios aos companheiros amados, para que se não perdessem na ilusão e chegassem à vida real com valioso patrimônio de estáveis edificações.
          Eis porque a alegria cristã não consta de prazeres da inconsciência, mas da sublime certeza de que todas as dores são caminhos para júbilos imortais.
 Francisco Cândido Xavier
Emmanuel

           

 

 

 

 

AO SALVAR-NOS


CAMINHO, VERDADE E VIDA

“Salva-te a ti mesmo e desce da cruz.” – (Marcos, 15:30.)
          Esse grito de ironia dos homens maliciosos continua vibrando através dos séculos.
          A criatura humana não podia compreender o sacrifício do Salvador. A Terra apenas conhecia vencedores que chegavam brandindo armas, cobertos de glórias sanguinolentas, heróis da destruição e da morte, a caminho de altares e monumentos de pedra.
          Aquele Messias, porém, distanciara-se do padrão. Para conquistar, dava de si mesmo; a fim de possuir, nada pretendia dos homens para si próprio; no propósito de enriquecer a vida, entregava-se à morte.
          Em vista disso, não faltaram os escarnecedores no momento extremo, interpelando o Divino Triunfador, com mordaz expressão.
          Nesse testemunho, ensinou-nos o Mestre que, ao nos salvarmos, no campo da maldade e da ignorância ouviremos o grito da malícia geral, nas mesmas circunstâncias.
          Se nos demoramos colocados à ilusão do destaque, se somos trabalhadores exclusivamente interessados em nosso engrandecimento temporário na esfera carnal, com esquecimento das necessidades alheias, há sempre muita gente que nos considera privilegiados e vitoriosos; se ponderamos, no entanto, as nossas responsabilidades graves no mundo, chama-nos loucos e, quando nos surpreende em experiências culminantes, revestidas da dor sagrada que nos arrebata a esferas sublimes, passa junto de nós exibindo gestos irônicos e, recordando os altos princípios esposados por nossa vida, exclama, desdenhosa: - “Salva-te a ti mesmo e desce da cruz.”

 

O AMIGO OCULTO


CAMINHO, VERDADE E VIDA

“Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem.” – (Lucas, 24:16.)

          Os discípulos, a caminho de Emaús, comentavam, amargurados, os acontecimentos terríveis do Calvário.
          Permaneciam sob a tormenta da angústia. A dúvida penetrava-lhes a alma, levando-os ao abatimento, à negação.
          Um homem desconhecido, porém, alcançou-os na estrada. Oferecia o aspecto de mísero peregrino. Sem identificar-se, esclareceu as verdades da Escritura, exaltou a cruz e o sofrimento.
          Ambos os companheiros, que se haviam emaranhado no cipoal de contradições ingratas, experimentaram agradável bem-estar, ouvindo a argumentação confortadora.
          Somente ao termo da viagem, em se sentindo fortalecidos no tépido ambiente da hospedaria, perceberam que o desconhecido era o Mestre.
          Ainda existem aprendizes na “estrada simbólica de Emaús”, todos os dias. Atingem o Evangelho e espantam-se em face dos sacrifícios necessários à eterna iluminação espiritual. Não entendem o ambiente divino da cruz e procuram “paisagens mentais” distantes... Entretanto, chega sempre um desconhecido que caminha ao lado dos que vacilam e fogem. Tem a forma de um viandante incompreendido, de um companheiro inesperado, de um velho generoso, de uma criança tímida. Sua voz é diferente das outras, seus esclarecimentos mais firmes, seus apelos mais doces.
          Quem partilha, por um momento, do banquete da cruz, jamais poderá olvidá-la. Muitas vezes, partirá mundo a fora, demorando-se nos trilhos escuros; no entanto, minuto virá em que Jesus, de maneira imprevista, busca esses viajores transviados e não os desampara enquanto não os contempla, seguros e livres, na hospedaria da confiança.
Francisco Cândido Xavier
Emmanuel
 

A COROA


CAMINHO, VERDADE E VIDA
 
“E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça.” – (Marcos, 15:17.)

          Quase incrível o grau de invigilância da maioria dos discípulos do Evangelho, na atualidade, ansiosos pela coroa dos triunfos mundanos. Desde longo tempo, as igrejas do Cristianismo deturpado se comprazem nos grandes espetáculos, através de enormes demonstrações de força política. E forçoso é reconhecer que grande números das agremiações espiritistas cristãs, ainda tão recentes no mundo, tendem às mesmas inclinações.
          Individualmente, os prosélitos pretendem o bem-estar, o caminho sem obstáculos, as considerações honrosas do mundo, o respeito de todos, o fiel reconhecimento dos elevados princípios que esposaram na vida, por parte dos estranhos. Quando essa bagagem de facilidades não os bafeja no serviço edificante, sentem-se perseguidos, contrariados, desditosos.
          Mas... e o Cristo? Não bastaria o quadro da coroa de espinhos para atenuar-nos a inquietação?
          Naturalmente que o Mestre trazia consigo a Coroa da Vida; entretanto, não quis perdera oportunidade de revelar que a coroa da Terra ainda é de espinhos, de sofrimento e trabalho incessante para os que desejem escalar a montanha da Ressurreição Divina. Ao tempo em que o Senhor inaugurou a Boa Nova entre os homens, os romanos coroavam-se de rosas; mas, legando-nos a sublime lição, Jesus dava-nos a entender que seus discípulos fiéis deveriam contar com distintivos de outra natureza. 
Francisco Cândido Xavier
Emmanuel

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:

TERÇA - ESME - 19:00 às 21:00 hs.
QUARTA- PALESTRAS -20:00 às 21:00 hs.
QUINTA - ATIVIDADE ARTESANAL -15:00 às 17:00 hs.
SEXTA - ESDE - 19:00 às 21:00 hS.
SÁBADO - EVANGELIZAÇÃO - 8:00 às 10:30 hs.
SÁBADO - ESTUDO DO EVANGELHO OU PALESTRA - 17:00 às 18:00 hs.



MENSAGEM

Bendito sejas


Bendito sejas,coração amigo,
Pelo pão que dás, à porta,
ao companheiro que se desconforta,
Na aflição da penúria sem abrigo.


Deus te faça feliz pela roupa que ofertas
Aos torturados do caminho,
Que tanta vez se vão no desalinho
Das feridas que trazem descobertas...


Deus te conceda o prêmio da ventura
Pela ternura sorridente
Com que levas ao doente
O amparo do remédio e a esperança da cura.


Deus te guarde na fonte da alegria,
Para lenir, no esforço a que te dês,
A orfandade e a viuvez
Que vivem para a dor de cada dia


Deus porém, te abençoe, coração brando e pasmo,
Coma a mais sublime recompensa,
Quando olvidas a intromissão da ofensa,
O golpe da injustiça, e a pedra do sarcasmo.


Deus te exalte no santo esquecimento
Do mal que te golpeia,
reduzindo a extensão da chaga alheia
Sem cogitar do pronto sofrimento.
Bendito sejas coração submisso,
Embora sábio entre os mais sábios,
No exemplo da bondade e do serviço,
Porque o amor transforma a sombra em luz
E o perdão ,onde ampare, nunca erra,
auxiliando a vida em toda a Terra
Para o reino Divino de Jesus.

Maria Dolores


do Livro:- Poetas Redivivos,pgs 22 e 23
Francisco C.Xavier

ORAÇÃO

Oração da Manhã

Senhor, no silencio deste dia que amanhece,
venho pedir-te saúde, força, paz e sabedoria.

Quero olhar hoje o mundo com olhos cheios de amor, ser paciente, compreensivo, manso e prudente.

Ver, além das aparências, teus filhos como Tu mesmo os vês, e assim não ver senão o bem em cada um.

Cerra meus ouvidos a toda calúnia.

Guarda minha língua de toda maldade.

Que só de bênçãos se encha meu espírito.

Que eu seja tão bondoso e alegre, que todos quantos se achegarem a mim, sintam a tua presença.

Senhor, reveste-me de tua beleza.

E que, no decurso deste dia, eu te revele a todos.

Amém